economia criativa
Investigamos circulação de valor, direitos, sustentabilidade e assimetrias nas cadeias criativas periféricas.
reprodução social
Pesquisamos cuidado, trabalho invisível, sustentação da vida e as infraestruturas sociais que operam como base da economia.
incidências climáticas
Analisamos como a crise climática reorganiza vulnerabilidades, pressiona territórios periféricos e exige respostas localizadas e estruturais.
Não importamos metodologias para a periferia.
Estruturamos as soluções que nascem dela.
estruturação de projetos
Transformamos demandas complexas em projetos viáveis, coerentes e executáveis, com desenho metodológico, organização de fluxos e capacidade de escala.
pesquisa aplicada
Produzimos leituras situadas sobre território, desigualdade e transformação social para orientar diagnósticos, decisões estratégicas e modelagem de soluções.
narrativa e incidência
Traduzimos conhecimento e prática em linguagem estratégica, posicionamento institucional e incidência pública, fortalecendo a capacidade de diálogo com parceiros, investidores e políticas públicas.
Atuamos na leitura de problemas complexos, no desenho de soluções e na criação de mecanismos de acompanhamento, prova e escala
Atuamos na leitura de problemas complexos, no desenho de soluções e na criação de mecanismos de acompanhamento, prova e escala
à frente da Margem Viva
Camila Santos é engenheira de produção, pesquisadora da produção econômica a partir da reprodução social e fundadora da Margem Viva. Sua atuação conecta gestão de projetos, pesquisa aplicada e leitura crítica das desigualdades para estruturar soluções de impacto social enraizadas nas periferias urbanas. Sua trajetória sustenta a visão da MV de que a inteligência territorial precisa ser reconhecida, estruturada e transformada em capacidade de incidência.
à frente da
Margem Viva
Camila Santos é engenheira de produção, pesquisadora da produção econômica a partir da reprodução social e fundadora da Margem Viva. Sua atuação conecta gestão de projetos, pesquisa aplicada e leitura crítica das desigualdades para estruturar soluções de impacto social enraizadas nas periferias urbanas. Sua trajetória sustenta a visão da MV de que a inteligência territorial precisa ser reconhecida, estruturada e transformada em capacidade de incidência.